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		<title>Ethos lança site Ficha Limpa na quarta, dia 28/07</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 16:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No próximo dia 28 de julho, quarta-feira, às 10h, o Instituto Ethos vai lançar em nível nacional uma importante iniciativa da sociedade civil para tornar o processo eleitoral mais ético e transparente, bem como para ampliar o controle social das eleições. Trata-se do site Ficha Limpa, que vai permitir ao eleitor acessar as informações cadastrais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_1508" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/07/ethos.jpeg"><img src="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/07/ethos.jpeg" alt="" title="ethos" width="150" height="90" class="size-full wp-image-1508" /></a><p class="wp-caption-text">Instituto Ethos</p></div>No próximo dia 28 de julho, quarta-feira, às 10h, o Instituto Ethos vai lançar em nível nacional uma importante iniciativa da sociedade civil para tornar o processo eleitoral mais ético e transparente, bem como para ampliar o controle social das eleições. Trata-se do site Ficha Limpa, que vai permitir ao eleitor acessar as informações cadastrais e financeiras dos candidatos.</p>
<p>Para saber mais, venha até o Instituto Ethos, no dia 28, às 10 horas.<br />
Vamos servir café da manhã aos presentes.</p>
<p>Abraços e até lá!</p>
<p><strong>Serviço:<br />
</strong><br />
Coletiva de lançamento do site Ficha Limpa<br />
Com café da manhã<br />
Dia 28 de abril de 2010<br />
Das 10 às 11h30<br />
Rua Dr. Fernandes Coelho 85 10º. Andar<br />
Favor confirmar sua presença com:<br />
Cristina Spera – cspera@ethos.org.br<br />
11 8895-5740 / 3897-2444<br />
Data: 	28/07/2010<br />
Cidade: SÃO PAULO</p>
<p>Fonte:Instituto Ethos</p>
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		<title>Artigos: Apaguem-se os rastros por André Resende</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 15:55:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
				<category><![CDATA[André Resende]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Curioso, pouco mais que curioso: no ano do lançamento no Brasil do livro Não contem com o fim do livro, debate do semiótico e escritor Umberto Eco e o escritor Jean Claude Carrière em defesa da preservação dos livros como extensão de um interesse para além do corpo e uma captura essencial à imaginação, transita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Curioso, pouco mais que curioso: no ano do lançamento no Brasil do livro Não contem com o fim do livro, debate do semiótico e escritor Umberto Eco e o escritor Jean Claude Carrière em defesa da preservação dos livros como extensão de um interesse para além do corpo e uma captura essencial à imaginação, transita no Congresso brasileiro uma proposta para incinerar, ou fazer destruição mecânica, ou por outro meio adequado, os documentos envolvendo os processos no judiciário do Brasil.</p>
<p>Uma comissão de juristas elaborou o anteprojeto do novo código de processo civil brasileiro e resgatou uma ideia sugerida no alto período dos militares no poder. Simples coincidência de manutenção de frase e ideia de apagar registros históricos, em tempos distintos. Quem disse que a História uma vez é tragédia e outra vez é piada, esqueceu-se de pensar que, quando se apagam os registros invocadores da História, a tragédia persiste.</p>
<p>Imagino como seria difícil ao historiador e psicanalista Peter Gay recontar a história da vida burguesa no Século XIX se não houvesse a preservação de milhares de cartas contando o dia-a-dia, sobretudo de mulheres. Se não houvesse quem arquivasse, guardasse e protegesse fotografias, mapas, registros hipotecários, cartões postais &#8211; essas coisas que não parecem dizer nada e, no entanto, sempre dizem algo a mais quando compostos. Como saber que os holandeses não saíram do Brasil simplesmente porque brasileiros e portugueses venceram a guerra no monte Guararapes? Como saber que houve uma indenização, alta? E um acordo comercial, vantajoso, para a Companhia das Índias. Se não houvesse, em alguns lugares entre Brasil, Portugal e Holanda documentos, registros indenizatórios e compromissos firmados do acordo, bastaria exaltar os laços viris de enfrentamento. E considerar que a História é isso, e só isso: guerra, vencidos e vencedores em batalhas.</p>
<p>Há todo um esforço no Brasil e na América Latina para aprender a preservar documentos familiares e públicos. Não consigo esquecer uma cena. Certa vez acompanhei uma pessoa que fora remexer nos objetos de uma família cuja matriarca morrera há pouco tempo e a casa logo seria desocupada e demolida. Ele parecia interessado em encontrar alguma relíquia, um objeto valioso e precioso, deixado por descuido entre roupas velhas e quinquilharias quebradas. Havia uma centena de cartas, não menos que isso, datadas do meio do Século XIX ao começo do Século XX, de mulheres que viviam em Recife (Brasil), Rio de Janeiro (Brasil), Porto (Portugal) e Paris (França).</p>
<p> Só de imaginar o que trazia a correspondência me arrepiava com as possibilidades. Alertei à pessoa que se houvesse algo importante ali eram as cartas. “Isso não é nada”, me disse. “Se os familiares não quiseram saber por que haveria eu de me interessar? Por mim, é lixo”, finalizou, afastando com os pés aquilo que eu via como documentos e ele como nada, pronto para incinerar. Dali a pouco, encontrou um objeto danificado e se satisfez em sair com algo que lhe parecia digno de guardar ou de dar valor. De fato, mais uma vez na História, as cartas foram para o lixo – é preciso entender que, muitas vezes, estão impregnadas de um lugar de história contaminado pela descortesia e descontentamento das pressões familiares. Aqueles que estão próximos rejeitam e é aí que entra o historiador.</p>
<p> A comissão de juristas brasileiros que decidiu incinerar os documentos deve aceitar que, para a justiça, passado certo tempo, os processos não valem nada. Imagina se, passado certo tempo, o Ministério de Defesa da França decidisse incinerar os documentos de recrutamento dos soldados na época de Napoleão? Hoje, não saberíamos a estatura das tropas, nem o número de integrantes ou de óbitos. E a importância disso para as políticas sociais que vieram depois. Se alguém apagasse os rastros dos formulários de alimentação das tropas na Primeira Guerra, hoje, não saberíamos que a sofisticada combinação francesa queijos curtidos e vinho tinto começou a propagar-se nas trincheiras, para conter a fome e o frio. Documentos banais para uns são essenciais na mão de historiadores – agora, incomodados com a proposta do Anteprojeto do novo Código de Processo Civil, em especial, no artigo 967, em tramitação no Senado brasileiro (os documentos do poder judiciário respondem por mais da metade das fontes consultadas pelos historiadores brasileiros).</p>
<p>Em um país com dificuldade de criar e manter bibliotecas e acreditar no valor dos arquivos, qualquer tentativa de incinerar documentos se justifica, seja pela falta de recursos para coisas como arquivar documentos e zelar pela História, seja pela insensibilidade de acreditar que os documentos contam algo da História. Sem um plano de expansão dos processos digitais para documentos, apesar dos aparelhinhos de conteúdo digital disponíveis em todo o mundo &#8211; e as grandes bibliotecas e arquivos internacionais terem feito a convergência digital de parte ou acervo completo -, resta-nos pedir para não se apagarem os rastros da História do país. Começa, aqui, a segunda pré-história brasileira, impressa e manuscrita nas órbitas do Estado, ao simples sinal de apaguem-se os rastros de que algum dia tivemos pilhas de papel intraduzíveis aos olhos dos juristas que acreditam ser os “autos findos e arquivados” não indicadores de produzir ou ressaltar histórias? </p>
<p> É certo que a justiça trabalhista brasileira é um cenário de atuação. A verdade nunca prevalece. Quantas vezes os advogados orientam as partes a silenciar versões verdadeiras, pois a verdade não interessa à interpretação da justiça? Mesmo assim, alguém, mais adiante e a tempo de poder produzir uma história de resgate, conseguirá entender a razão dos processos se traduzirem não pela verdade, mas por um sinal de entendimento aceitável ao modelo de decisão que um magistrado tem das leis. As peças de defesa e acusação, os acordos e as sentenças, conjugadas, dirão algo do entendimento da justiça e das interpretações dos processos trabalhistas tanto quanto das formas de trabalhar no Brasil.</p>
<p> Apagarem-se esses rastros será mesmo uma pena. Perderemos, adiante, os sinais do que significava justiça e de como as partes se faziam dizer para interpretações &#8211; e de que ponto e até que ponto as interpretações representavam a lei e a verdade. Em uma época de convergência digital. Em uma fase da História das democracias, quando transparência e preservação de documentos ajudam reconstruir fatos e experiências com o interesse de avaliar o impacto de leis &#8211; e complementações, atos, resoluções e instruções, colocadas no lugar de leis para mediar relações do Estado com Mercado e Sociedade a favor do Estado -, pensar em incinerar documentos, antes de guardar, se não é descuido, é ato de insensibilidade oficial. </p>
<p> Desde o inicio, os historiadores deveriam integrar a comissão que desenhou o anteprojeto. Pode-se perguntar: para que historiadores integrando uma comissão de juristas que pode avaliar o que é ou não importante para a justiça e para o acervo do judiciário? Porque os historiadores conseguem ver a História em longo prazo e descobrem, em fatos aleatórios, indícios e padrões que produzirão algo mais como legado à sociedade. Conseguem manter aceso o conjunto que os juristas quiseram apagar.</p>
<p><div id="attachment_511" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/03/andreresende.jpg"><img src="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/03/andreresende-300x102.jpg" alt="André Resende" title="andreresende" width="300" height="102" class="size-medium wp-image-511" /></a><p class="wp-caption-text">André Resende</p></div>André Resende é escritor, ensaísta. Livros publicados: Mundo Enquadrado (ensaios), Amor Vário (romance), Quem disse sim (poesia), Maçã Caramelada (teatro), Quem sou eu (infantil), Uma coisa de cada vez (contos), Birdboy (romance). Atua como psicanalista e é membro da Intersecção Psicanalítica do Brasil, IPB.E-mail: andreresende@meios.com.br</p>
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		<title>Artigos: A punição sem educação &#8211; Por: Wilmar Marçal</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 15:47:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em outras épocas, quando educar era construir cidadania, a falha, o erro e as atitudes erradas, especialmente numa criança, eram corrigidas com a punição da palmada. O tempo passou, a população aumentou e os costumes mudaram. E como mudaram! Porém, cada pai e cada mãe sabem muito bem educar seus filhos. O estado não precisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em outras épocas, quando educar era construir cidadania, a falha, o erro e as atitudes erradas, especialmente numa criança, eram corrigidas com a punição da palmada. O tempo passou, a população aumentou e os costumes mudaram. E como mudaram! Porém, cada pai e cada mãe sabem muito bem educar seus filhos. O estado não precisa interferir, exceto em situações onde as crianças correm riscos. Mas isso são outros quinhentos, como diziam nossos queridos antepassados.</p>
<p>O foco atualmente é debater outra situação, muito comum nas cidades hoje em dia, sobretudo nas grandes cidades, como é, por exemplo, o caso de Curitiba e região metropolitana. É preciso discutir e encontrar melhores soluções para uma situação muitas vezes injusta: a indústria das multas de transito. O que se percebe nos dias atuais é uma voraz intenção premeditada de punir, punir e punir. Porém punir com a força da arrecadação. Há centenas de radares na capital paranaense com o propósito evidente de arrecadar. Isso mesmo: arrecadar. Nada de educativo. Os “entendidos” em sistema viário só enxergam os ponteiros das cifras. Não são capazes de aceitar que há situações de risco, onde muitas vezes se acelera para fugir de perigos e assaltos. Não propagam campanhas educativas em localidades vulneráveis. Não divulgam ações que possam envolver as comunidades em mutirões de aprendizado. Só querem as faturas pagas e o dinheiro em caixa. Os “especialistas” do transito, muitas vezes com canetas pesadas, mas nenhuma experiência técnica, só elaboram as planilhas das previsões de arrecadação. Nada de prevenção. Esquecem ou fingem que não sabem que a cidade cresceu, o número de veículos muito mais ainda e que a geometria das ruas e avenidas são as mesmas. É um fluxo exagerado em locais estáticos. Não há milagres. Faltam consciência e paciência de nossos gestores. Acham que punir com multas vai melhorar a educação no transito. Ora, ledo engano. O próprio nome já diz: educação significa educar com ação. Enquanto tivermos as intenções obscuras das vultosas quantias nos cofres, originadas pelas incontáveis multas, sobretudo em épocas de eleições, não teremos sucesso em melhorias. Se ainda persistir essa demanda maldita de recolher, vamos reagir e também formar um mutirão do esclarecimento. Vamos recolher também. Recolher informações tais como: para onde vai todo esse dinheiro originado das multas? É bem possível que uma auditoria séria nas arrecadações e circunstancias que as mesmas são elaboradas possam responder a essa e tantas outras perguntas e dúvidas. A população deve se unir sim, cobrar dos representantes o destino dessa sangrenta e contundente mania de punir pelo bolso. Educação e bom-senso são fundamentais e nós gostamos. Honestidade com o dinheiro público, mais ainda.  </p>
<p>* Wilmar Marçal é professor universitário e ex-reitor da UEL./Pr.</p>
<p>wilmar_pr2010@hotmail.com</p>
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		<title>Linha Multilaser</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 21:32:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Linha Multilaser tem produtos modernos, práticos e bonitos para o Dia dos Pais
Na hora de escolher o presente do Dia dos Pais, uma ótima pedida são os produtos diversificados da Multilaser, que destacam-se pela alta qualidade, preço competitivo e design atraente. As opções da empresa prometem agradar aos pais de todas as idades, perfis e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_1500" class="wp-caption alignright" style="width: 214px"><a href="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/07/Linha-Multilaser.jpg"><img src="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/07/Linha-Multilaser.jpg" alt="" title="Linha Multilaser" width="204" height="168" class="size-full wp-image-1500" /></a><p class="wp-caption-text">Linha Multilaser</p></div><strong>Linha Multilaser tem produtos modernos, práticos e bonitos para o Dia dos Pais</strong></p>
<p>Na hora de escolher o presente do Dia dos Pais, uma ótima pedida são os produtos diversificados da Multilaser, que destacam-se pela alta qualidade, preço competitivo e design atraente. As opções da empresa prometem agradar aos pais de todas as idades, perfis e profissões. “São produtos que certamente irão fazer sucesso nos momentos de trabalho e de lazer, tornando o dia a dia dos pais mais prazeroso e prático”, destaca Deise Somayama, gerente de Marketing da Multilaser. Veja as sugestões da empresa para a data: </p>
<p>Notebook Table Portátil com Cooler Duplo – Dobrável e fácil de ser transportado, o suporte ergonômico que toma a forma de uma mesa portátil proporciona mais conforto durante o uso do notebook e ainda traz mais segurança ao aparelho, já que possui dois coolers. A novidade tem angulação ajustável e conta ainda com prático espaço lateral para colocar o mouse, canetas e até aquela caneca de café. O preço médio sugerido para o consumidor final é de R$ 99,90 (valor válido até o final de agosto de 2010). </p>
<p>GPS Tracker com TV digital – Além de ser indispensável nas viagens e também na cidade, o aparelho tornou-se uma opção de entretenimento completa ao ganhar a função de TV digital – que se soma à possibilidade de ouvir músicas MP3, visualizar fotos e assistir vídeos. Conta com instruções de voz passo a passo em português; indicação digital de velocidade, visor touch screen (que recebe comandos pelo toque) e ampla cobertura. São 235 cidades do país cobertas com alta precisão, 5.000 mapas de referência de outras localidades e 370 mil pontos de interesse registrados. O preço médio sugerido para o consumidor final é de R$ 499,00 (valor válido até o final de agosto de 2010). </p>
<p>Teclado Sem Fio com Smart Pad – Extremamente moderno, o teclado é ideal para quem gosta de utilizar a TV LCD da sala ou do quarto para visualizar as páginas da internet, bem como os demais arquivos do computador. Pode ser utilizado a uma distância de até 10 metros do receptor USB e, inteligente, é capaz de interpretar até 12 movimentos diferentes dos dedos no touch pad, que correspondem a zoom, controles multidirecionais de páginas e atalhos do Windows. Com frequência de 2.4 GHZ e certificado pela Anatel, o lançamento possui design extremamente prático, bonito e moderno, oferece baixo consumo de energia e destaca-se, ainda, pelas teclas macias. O preço médio sugerido para o consumidor final é de R$ 199,00 (valor válido até o final de agosto de 2010). </p>
<p><strong>Maletas Chief e Manager</strong> – As maletas da Multilaser, disponíveis na cor preta, contam com rodinhas e também alças telescópicas, facilitando o transporte do notebook durante as viagens. Resistentes, com design moderno e vários compartimentos internos e externos, são ideais ainda para acomodar de forma organizada objetos e documentos diversos.</p>
<p>Confeccionada em poliéster com acabamento em couro, a maleta Manager tem braçadeira acolchoada e comporta notebooks de até 14”. Já para notebooks de até 15”, a Multilaser disponibiliza a maleta Chief, com fechamento em velcro do case destinado ao computador e prática alça de ombro ajustável e acolchoada, com fechos de metal. Os preços médios das maletas sugeridos para o consumidor final são os seguintes: R$ 139,00.o modelo Manager; e R$ 149,00 o modelo Chief. Os valores são válidos até o final de agosto de 2010. </p>
<p>Maleta Case Logic PNC-15 &#8211; Com revestimento de nylon, a prática maleta tem compartimento interno ajustável com divisória móvel estofada que acomoda uma diversidade de tamanhos de notebooks de até 16”, garantindo o encaixe perfeito do aparelho. Outros diferenciais são a alça de ombro reforçada e projetada ergonomicamente para proporcionar maior conforto, resistência e durabilidade e o bolso exterior de rápido acesso para o celular ou MP3. Os vários organizadores internos permitem guardar com mais praticidade os acessórios do notebook, além de vários itens como pendrive, , canetas, livros, iPod e muito mais. O preço médio sugerido para o consumidor final é de R$ 129,00(valor válido até o final de agosto de 2010). </p>
<p>MULTILASER<br />
<a href="http://www.multilaser.com.br">www.multilaser.com.br</a></p>
<p><strong>Atendimento Online:</strong> <a href="http://www.multilaser.com.br">www.multilaser.com.br</a><br />
Fax: (11) 3618 6824<br />
E-mail: faleconosco@multilaser.com.br<br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/multilasernews">http://twitter.com/multilasernews</a><br />
Blog de Lançamentos: <a href="http://www.multilaser.com.br/lancamentos">www.multilaser.com.br/lancamentos</a></p>
<p>Fonte: CW CONSULTORIA DE COMUNICAÇÃO</p>
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		<title>Carlos Navas lança o CD Tecido</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 21:26:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conhecido pela versatilidade com quem transita em vários segmentos musicais, Carlos Navas lançou, nos últimos anos, projetos especiais temáticos bem sucedidos. Foram dois álbuns infantis: “Algumas Canções da Arca&#8230;” (Movieplay/2004) trouxe parte dos clássicos da “Arca de Noé”, de Vinícius de Moraes, e em “Canções de Faz de Conta” (Lua Music/2007), foi a vez da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecido pela versatilidade com quem transita em vários segmentos musicais, Carlos Navas lançou, nos últimos anos, projetos especiais temáticos bem sucedidos. Foram dois álbuns infantis: “Algumas Canções da Arca&#8230;” (Movieplay/2004) trouxe parte dos clássicos da “Arca de Noé”, de Vinícius de Moraes, e em “Canções de Faz de Conta” (Lua Music/2007), foi a vez da obra de Chico Buarque para os pequenos ganhar novos contornos. Ambos continuam sendo mostrados em alegres espetáculos, que já somaram mais de 100 mil espectadores Brasil afora. Em 2006, lançou o CD Independente “Pássaro Passará”, com poemas de Sueli Batista musicados por Lucina e Alzira Espíndola. Também em 2007, surgiu o elogiado “Quando o Samba Acabou” – Dedicado a Mario Reis, com o qual reverenciou o centenário de nascimento do notável intérprete relendo, com sensível personalidade, músicas imortalizadas por ele, como “Jura”, “Filosofia” e “Dorinha, Meu Amor”, entre outras. Chegou então o momento de retomar o link com os autores contemporâneos, tal qual fez em seus primeiros três discos, “Pouco pra Mim” (97), “Sua Pessoa” (00) e “Tanto Silêncio” (03).<br />
“Tecido”, seu oitavo CD, que chega ao mercado pela Lua Music, comemora seus quatorze anos de estrada e traz dez faixas que abrem um leque de bom gosto e sensibilidade. O foco são as relações humanas: Solidão, separação, as várias fases da paixão e do (des) encantamento, a busca pelo amor, o quase amor, o desamor. “Onde o Vento se Inventou”, de Paulo Padilha, inicia este desfile com energia telúrica. “Contramão” é uma balada delicada dos niteroienses Fred Martins e Marcelo Diniz. Em “Isso Não Vai ficar Assim”, do mestre Itamar Assumpção, gravação sugerida por uma fã brasiliense, Carlos conta com a participação da diva disco Lady Zu (com quem já havia duetado no primeiro disco) num encontro vigoroso. “Quem Sabe” é cool bossa inédita da lavra recente de Alzira E e do poeta Arruda. A parceria de Mario Gil e Paulo Cesar Pinheiro já rendeu todo um álbum, “Contos do Mar, lançado pelo primeiro. Dele, Carlos escolheu “Nove Luas”, que dedica a Caymmi e à sua Mãe, Moema. “Tecido”, a faixa título, traz a participação especial do músico Mario Manga. Tem melodia de Clarisse Grova e letra engenhosa de Léo Saramago. Na abertura, a atriz Clarisse Abujamra interpreta fragmento de um texto próprio chamado “Na Artéria”. “Vôo de Coração”, marco dos anos 80, é de Ritchie e Bernardo Vilhena e batizou o antológico primeiro álbum do artista pop. Carlos Navas fez inicialmente uma demo de voz e piano para a apreciação dos autores, imediatamente aprovada e usada como embrião para este registro, que ganhou o sax alto de Ubaldo Versolato em solo inspirado. “Deus Conserve pra Sempre o Meu Bom Senso temperado a Pitadas de Loucura” é de Edu Krieger e está em seu CD de estréia. Recebe aqui uma releitura que enfatiza a letra cheia de rimas e recados fortes. Kléber Albuquerque é outro artista contemporâneo que aqui comparece. É a lúdica e inédita “Hino dos Palhaços do Semáforo”. Para encerrar o álbum, uma homenagem ao eterno malandro Bezerra da Silva”: “Sequestraram Minha Sogra”, de Sarabanda, Rodi e Barbeirinho do Jacarezinho, ganhou ares de gafieira e conta com o azeitado trombone de Tiquinho, do Funk como Le Gusta e cavaquinho de Dino Barioni.<br />
Gravado, mixado e masterizado no Carbonos Studio (SP), “Tecido” tem concepção e produção executiva do próprio artista, direção e arranjos de Ronaldo Royal, que também toca violões e guitarra. Eric Budney (baixo acústico e elétrico), Moisés Alves (piano) e Nahame Casseb (bateria e percussão) completam o time.</p>
<p><strong>Contatos:</strong><br />
11. 3865 9078 / 9196 4836<br />
Site Oficial: <a href="http://www.carlosnavas.com.br">www.carlosnavas.com.br</a><br />
Email: assessoria@carlosnavas.com.br</p>
<p><strong>DISCOGRAFIA</strong></p>
<p>Pouco pra Mim (Dabliú/1997)<br />
Sua Pessoa (Dabliú/ 2000)<br />
Tanto Silêncio (Movieplay/2003)<br />
Algumas Canções da Arca&#8230;. (Movieplay/2004)<br />
Pássaro Passará (Independente/2006)<br />
Quando o Samba Acabou – Dedicado a Mario Reis (Lua Music/2007)<br />
Canções de Faz de Conta (Lua Music/2007)<br />
Tecido (Lua Music/2010)</p>
<p>Fonte: Studio Press<br />
Via MaxPress</p>
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		<title>Track&amp;Field apresenta peças sem costura para a prática esportiva</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 21:20:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o objetivo de proporcionar mais conforto na prática de exercícios físicos, a Track&#038;Field desenvolveu a linha Skin Bicolor, com peças sem costura e ecologicamente corretas. Os novos produtos já estão disponíveis nas 35 lojas da grife espalhadas pelo País.
As peças desta linha foram produzidas por máquinas circulares, com fios tecnológicos em sobreposição de tons [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_1495" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/07/TrackField.jpg"><img src="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/07/TrackField-300x300.jpg" alt="" title="Track&amp;Field" width="300" height="300" class="size-medium wp-image-1495" /></a><p class="wp-caption-text">Track&#038;Field </p></div>Com o objetivo de proporcionar mais conforto na prática de exercícios físicos, a Track&#038;Field desenvolveu a linha Skin Bicolor, com peças sem costura e ecologicamente corretas. Os novos produtos já estão disponíveis nas 35 lojas da grife espalhadas pelo País.</p>
<p>As peças desta linha foram produzidas por máquinas circulares, com fios tecnológicos em sobreposição de tons azul noturno. Tops, regatas, leggings básicas e leggings ¾ que compõem a linha Skin Bicolor são peças tubulares, ou seja, costuras tradicionais como cós e cavalo, por exemplo, não existem.</p>
<p>Além disso, os produtos utilizam elásticos invisíveis, dispensando os convencionais e garantindo mais segurança aos movimentos da atleta. Como o fio está distribuído uniformemente, as peças desta linha também não marcam. A Skin Bicolor se torna ecologicamente correta à medida que não há resíduos de tecidos durante o processo de produção.</p>
<p>Entre os destaques, está o top skin duplo, com modelagem diferenciada que privilegia a sustentação dos seios. Pode ser usado tanto para fitness, quanto para a prática da corrida.</p>
<p>Track&#038;Field &#8211; (11) 3048 1238 – <a href="http://www.tf.com.br">www.tf.com.br</a></p>
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		<title>TEVÊ À MANIVELA Celso Fernandes</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 21:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tirinhas (nada) mal ditas!
Como viver no mundo da fama é algo em que tudo pode começar, acontecer e reprisar sempre de novo&#8230; Perguntinha infame que não quer calar é a seguinte: ´´afinal, eles usam ou não usam mais black tie?&#8220;. Sem nada querer comparar com o original da peça sócio-política escrita por Gianfrascenco Guarnieri para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/07/Olha-o-passarinho2.jpg"><img src="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/07/Olha-o-passarinho2-300x277.jpg" alt="" title="Olha o passarinho2" width="300" height="277" class="alignright size-medium wp-image-1491" /></a><strong>Tirinhas (nada) mal ditas!</strong></p>
<p>Como viver no mundo da fama é algo em que tudo pode começar, acontecer e reprisar sempre de novo&#8230; Perguntinha infame que não quer calar é a seguinte: ´´afinal, eles usam ou não usam mais black tie?&#8220;. Sem nada querer comparar com o original da peça sócio-política escrita por Gianfrascenco Guarnieri para o Teatro Arena, em 1958, tirar a roupa agora virou moda e não é só coisa de BBB´s enclausurados, não. E também não vamos dar nome aos bois nem às dondocas de pesos e medidas que adoram ficar do jeito que vieram ao mundo (óbvio que com a ajuda das evoluções de mercado, silicone bem aplicado, hair bag e photoshop para complementar o visual).</p>
<p>Agora, querer duvidar da fábula da dedicada esposa-companheira Adelita que ´´en la madrugada se fuê con otro&#8220; tão perto dessa nossa nueva era&#8230; haja campeonatos até para coelhinhas mais afoitas, enfeitando obeliscos uruguaios. (Falamos da nada menos, ops, Mônica Farro, que turbinou como no prometido, ou deixamos para outros caçadores de talentos de top models perdidas?). Claríssimo, o filé mignon muitas vezes a gente come mesmo é com os olhos e contente-se com isso!</p>
<p><strong>Adiante.</strong></p>
<p>Tirando uma por conta da casa no bordão do ´´polvo&#8220; unido, jamais será vencido, árduos e dedicados cabos eleitorais andam mais é querendo aproveitar uma lasquinha na isca do molusco alemão Paul para adivinhar quem vai orquestrar nossa máquina administrativa a partir de 2011. Entretanto, há vagas! No país dos finalmente discursando, há de tudo – até para os menos famosos em vias de adesão e mesmo para quem sofre de daltonismo ou que pensa que as estrelas não mudam de lugar. Do tipo ´´farão tudo o que seu mestre mandar?&#8220; e o virtual ´´olha a língua presa&#8220; pela fidelidade partidária, não tem igual.</p>
<p>Assim como é certo que a brincadeira do ´´boca do forno&#8220; ninguém sabe da origem, no reino dos mais afortunados é bom destacar que cada caso é um caso. E bem sei, não vamos querer calçar nenhum par de tênis naquele ´´ladrão descalço&#8220; de Washington que roubou carro, avião, mas que só não roubou um trem porque não conseguiu tirar a ferragem dos trilhos. Se virou lenda, pouco interessa. Comparados aos nossos lendários em bater continência, prontos para retornar ao campo de batalha, é relaxar e gozar em ordem alternada. Tudo vai da disposição do que pode ficar vermelho de raiva na hora do ´´sim, eu juro que não sabia&#8220; em noite de debate na TV Bandeirantes.</p>
<p>O importante é ter carreira, gostar de uma boa ´´carreirinha&#8220;, sentir-se o dono da bola e daqueles que vivem baseados em que.</p>
<p>Se o Nossohomem-lá falou, está falado e o que importa se finalmente a Companheira Marisa deu uma tapa nas madeichas. Vivemos numa democracia bem pensada e arquitetada – entre excelências – que não podem abrir mão do seu fiasco. Do seu merecido ganha-pão, né? Aos que forem entrar no novo pacote eleitoral, o que vale são as intenções. Se em prol de um ´´polvo&#8220; melhor entendido, que jamais será vencido, merecemos a fórmula mágica.</p>
<p>Flechadas de palanques à parte, não responda nenhuma enquete agora, não diga sequer sua idade, nem siga na onda da conversa fiada ou de seu portador. Nem mesmo podemos ansiar pela mera expectativa de alguém que por insorte (ou do dedo ausente de mais quem) não ganhar de virada e ir tirando tudo assim, sem ter muito o que mostrar. Quanto ao ladrão descalço de Washington City, o lendário Colton Harris-Moore (que se tivesse optado pelo roubo de um aerotrem arquitetado pelo Levy Fidelix, mas que pode dar origem a um trem-bala, ganharia mais uns pontinhos) e que, isto sim, a turbinada Mônica Farro, por aqui, enfeitaria dezenas de obeliscos até mesmo em épocas de peladinhas regionais. E se naqueles tempos os mais antigos diziam que no melhor da novela é que termina, tem uma aí que promete virar o maior ti, ti ti&#8230;</p>
<p>Celso Fernandes, jornalista, poeta e escritor, autor de ´´As duas faces de Laura&#8220;, ´´O Sedutor&#8220;, Sonho de Poeta&#8220; (Ed. Edicon), entre outros. Colunista de Moda, Cultura &#038; TV, escreve semanalmente em jornais, revistas e sites relacionados às áreas.</p>
<p>Blog: <strong><a href="http://modarougebatom.blog.terra.com.br">http://modarougebatom.blog.terra.com.br</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://celsocolunista62.wordpress.com">http://celsocolunista62.wordpress.com</a><br />
</strong><br />
Celso Fernandes, jornalista, escritor.<br />
Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa.<br />
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		<title>Sedução na cor e na medida certa</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 18:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Café: uma coleção especial para usar todos os dias, inclusive nos normais
Até em sua origem, o café está envolto em lendas e mistérios. Originário de Kaffa, na África, seu poder estimulante foi descoberto por um pastor de ovelhas. A bebida, em 1475 por uma lei promulgada, permitia a mulher pedir divórcio, se o marido fosse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Café: uma coleção especial para usar todos os dias, inclusive nos normais</strong></p>
<p>Até em sua origem, o café está envolto em lendas e mistérios. Originário de Kaffa, na África, seu poder estimulante foi descoberto por um pastor de ovelhas. A bebida, em 1475 por uma lei promulgada, permitia a mulher pedir divórcio, se o marido fosse incapaz de provê-la uma quantidade diária.</p>
<p>Em 1727, o governo paraense enviou Francisco Melo Palheta à Guiana Francesa com a missão de conseguir, junto ao governo local, algumas mudas da planta. Por ordem do Rei de França, o pedido é negado, mas Mme d’Orvilliers, esposa do governador, encantada com o jovem tenente, lhe envia um ramo de flores onde, dissimuladas pela folhagem, se encontravam escondidas as sementes.</p>
<p>Referência em moda íntima, a Del Laras surgiu em 1994. Mantendo um compromisso com o meio ambiente, cada coleção chega acompanhada de atitudes como a conscientização da importância da preservação da vida. A empresa tem um programa de reciclagem de embalagens.</p>
<p>A coleção Café coroa o 16º aniversário da “Rainha da Lingerie” apresentando num “blended”, o sabor  do  romantismo, a inovação e o poder sedutor do café, numa combinação perfeita para realçar, aliviar e melhorar a vontade e a necessidade de ser feminina e mais do que simplesmente mulher.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.portal.revistaclickfashion.com.br/">Revista Click Fashion 5ª edição</a><br />
<div id="attachment_1488" class="wp-caption alignright" style="width: 202px"><a href="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/07/image003.jpg"><img src="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/07/image003.jpg" alt="" title="image003" width="192" height="33" class="size-full wp-image-1488" /></a><p class="wp-caption-text">revista click fashion</p></div></p>
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		<title>Conversa (des)afinada, por Alexandru Solomon</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 22:14:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Página virada
Nem chegamos às semi, e a Copa 2010 terminou; pelo menos para nós. Ufa! Sobraram vuvuzelas, um estoque de camisetas auriverdes, bandeiras, apitos e outros artigos perfeitamente aproveitáveis em outras oportunidades. A pátria de chuteiras se refaz, aos poucos, do trauma, até certo ponto previsível. Comentários de sobra até 2014, mas é forçoso convir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_1481" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/07/brasil2014.jpg"><img src="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/07/brasil2014-300x165.jpg" alt="" title="brasil2014" width="300" height="165" class="size-medium wp-image-1481" /></a><p class="wp-caption-text">Brasil 2014</p></div><strong>Página virada</strong></p>
<p>Nem chegamos às semi, e a Copa 2010 terminou; pelo menos para nós. Ufa! Sobraram vuvuzelas, um estoque de camisetas auriverdes, bandeiras, apitos e outros artigos perfeitamente aproveitáveis em outras oportunidades. A pátria de chuteiras se refaz, aos poucos, do trauma, até certo ponto previsível. Comentários de sobra até 2014, mas é forçoso convir que o mundo não acabou, salvo informação que ainda não chegou até nós.</p>
<p>Delegamos a um grupo de atletas o resgate de glórias passadas e vejam só o que fizeram! Envergonhados, os torcedores lambem silenciosamente a ferida aberta. Nem tanto, por favor.</p>
<p>O cantor Jacques Brel compôs uma canção na qual aparece essa &#8216;verdade&#8217; universal: &#8220;À la minceur dês épluchures, on voit la gloire des nations&#8221;, em tradução livre: &#8220;pela espessura das cascas de batata se mede a glória das nações&#8221;. Não havia nenhuma mensagem ecologicamente correta contra o desperdício e sim uma triste ironia. A glória futebolística se faz um bem indescritível, não é tudo.</p>
<p>De uma forma bastante insólita, tentamos fazer de um grupo de profissionais do ludopédio o instrumento de nossa afirmação. E nossa glória foi-se pelo ralo, por ter sido entregue nas mãos – perdão, pés – de um grupo esforçado, porém limitado.</p>
<p>Não somos os únicos. A mania é universal.</p>
<p>Da mesma forma que por aqui se lamenta o fiasco – se é que uma derrota futebolística possa ser chamada de fiasco – com tantas coisas mais sérias a nos atormentar, constatamos que não temos o privilégio da originalidade. Sarkozy em pessoa resolveu investigar o que aconteceu com &#8216;les Bleus&#8217; – que já ganharam o apelido de &#8220;les Bluffs&#8221;, na Itália se deplora a falta do &#8220;verdadeiro futebol italiano&#8221; e por aí vai. O que será o verdadeiro futebol de um país?</p>
<p>Onde foi parar o verdadeiro futebol brasileiro? – exclamam viúvas inconsoláveis. Esse Dunga, retrucam outros, com tantos volantes. Onde já se viu? Convocação absurda, de um treinador que nada entende – bradam os mais exaltados. Dessa maneira, haverá quem duvide que Deus é brasileiro.</p>
<p>Perdemos. É triste, mas daí virarmos desconsoladas carpideiras há uma boa dose de exagero que é melhor banir. Poderemos encarar a História de cabeça erguida. Não fomos parar no terceiro subsolo. Só falta alguém inventar a &#8216;herança maldita de Dunga&#8217;.</p>
<p>Longe disso.</p>
<p>Com o risco de levar uma vaia estrepitosa, vamos olhar para trás.</p>
<p>Em 1958, a convocação não foi uma unanimidade. Depois da conquista, ninguém mais reclamou da não convocação de Luizinho, o &#8216;pequeno polegar&#8217;. Poucos terão a objetividade de lembrar que nas semi, massacramos a França sim, mas eles jogaram com 10 porque o Jonquet foi aleijado por um dos nossos – pouco importa saber quem – e não havia substituição. Certo, Clotilde?</p>
<p>Em 1962 abatemos a Fúria, mas alguém se lembra da anulação de um gol legítimo deles e da &#8216;esperteza&#8217; de Nilton Santos, que após cometer um pênalti em Gento, deu um passinho para a frente, enganando o juiz? Por acaso, alguém se dispõe a recordar que Garrincha fora expulso na semi, consequentemente não poderia ter disputado a final, não houvesse um providencial &#8217;sequestro&#8217; do árbitro.</p>
<p>Em 1970, jogando contra o Uruguai, Pelé não deveria ter sido expulso, após uma cotovelada em Matosas, igualzinha àquela que motivou a expulsão do Leonardo em 1994? Claro que não! O juiz até deu falta a nosso favor!</p>
<p>Isso quer dizer que nossas vitórias não valeram? Claro que valeram, além de demonstrar que se o futebol se ganha &#8216;nos detalhes&#8217;, algumas vezes, os detalhes também estiveram a nosso favor de maneira inconteste. </p>
<p>Fala-se da seleção de 1982 como a grande injustiçada. Detalhe: no jogo com a União Soviética o juiz não viu um pênalti escandaloso de Luizinho. Depois, perdemos da Itália, mas será que se o técnico tivesse convocado Leão, ele não teria agarrado ao menos uma das três bolas que arrancaram lágrimas do garotinho, na foto premiada do Jornal da tarde?</p>
<p>Ah, essas convocações. As vozes chorosas que lamentam a pubalgia de Kaká – o que diabo é essa pubalgia? Com pubalgia e tudo a bola que ele chutou só não entrou porque o goleiro holandês fez o que os holandeses esperavam dele: defendeu – se recordam da Copa de 1986, quando Zico, meio baleado, saiu correndo do banco de reservas para chutar mal um pênalti contra a França. Depois, é fácil criticar o grande Telê – tão malhado pelo Jô Soares, perdão, Zé da galera – por não ter colocado pontas em 82, ou ter barrado Renato Gaúcho que se atrasara num treino em 86. Dessa vez, jogamos sem Pato, sem Ganso – os canarinhos sozinhos não deram conta do recado.</p>
<p>Gostamos de sofrer? Claro. Dirigimos olhares saudosos para nossas conquistas passadas e esquecemos pequenos detalhes que poderiam ter invertido alguns resultados, como o gol anulado da Bélgica em 2002 ou o satélite artificial lançado por Baggio em 1994.</p>
<p>Vamos ignorar os jogos restantes e vamos pensar na Copa de 2014, com a inevitável bagunça administrativa que a antecederá. Se algo der errado (tomara que não) poderemos nos insurgir contra as &#8216;forças ocultas&#8217; personificadas por perversos Mr. Ellis – árbitro do jogo Hungria 4 x Brasil 2, que provavelmente nada fez de tão errado para merecer os insultos dos nossos gloriosos locutores de uma época sem TV, câmera super-lenta etc.</p>
<p>Seremos HEXA ou &#8220;hexagerados&#8221;, dependerá dos caprichos dos deuses do futebol e do superfaturamento. </p>
<p>Alexandru Solomon, formado pelo ITA em Engenharia Eletrônica e mestrado em Finanças na Fundação Getúlio Vargas, autor de ´Almanaque Anacrônico`, ´Versos Anacrônicos`, ´Apetite Famélico`, ´Mãos Outonais`, ´Sessão da Tarde`, ´Desespero Provisório` , ´Não basta sonhar`, ´Um Triângulo de Bermudas` e ´O Desmonte de Vênus` (Ed. Totalidade). Nas livrarias Cultura, Siciliano e ´Pega Sonho&#8220;: Rua Martinico Prado, 372 – Higienópolis – SP – Tel.: (11) 3668-2107)| E-mail do autor: asolo@alexandru.com.br</p>
<p>Celso Fernandes, jornalista, escritor.<br />
Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa.<br />
Visite meu blog: <a href="http://modarougebatom.blog.terra.com.br">http://modarougebatom.blog.terra.com.br</a><br />
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		<title>TEVÊ À MANIVELA Celso Fernandes</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 22:02:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Celso Fernandes]]></category>
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		<description><![CDATA[Poucas e boas
Se for por falta de assunto, então, vamos lá! Coisa que se até poucas horas a briga era pela escolha do vice ´´de quem&#8220; pelos corredores de Absulândia Brazilian Now!, com nossos nobres deputados mais que deputadíssimos do que nunca, se muita gente não sabe, Curralinho é lindo nessa época do ano. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_1478" class="wp-caption alignright" style="width: 295px"><a href="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/07/Poucas-e-boas-deu-zebra.jpg"><img src="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/07/Poucas-e-boas-deu-zebra-285x300.jpg" alt="" title="Poucas e boas deu zebra" width="285" height="300" class="size-medium wp-image-1478" /></a><p class="wp-caption-text">Poucas e boas deu zebra</p></div>Poucas e boas</p>
<p>Se for por falta de assunto, então, vamos lá! Coisa que se até poucas horas a briga era pela escolha do vice ´´de quem&#8220; pelos corredores de Absulândia Brazilian Now!, com nossos nobres deputados mais que deputadíssimos do que nunca, se muita gente não sabe, Curralinho é lindo nessa época do ano. Em Ponta Grossa, nem se fala! Acaso queiram enviar uma delegação inteira para tais localidades é vapt vupt. Interessados – de repente, em vias de fazer um intensivão – dirijam-se ao guichê ao lado, please. Mas só não venham me dizer do verdadeiro porque (lulamente falando) do Nossocara gostar tanto de levar multas por andar pedindo votos para a Dilma ´´5 Estrelas&#8220; lá antecipadamente. ´´Também, não sai do bolso dele, bolas&#8220;, diria algum desavisado ao eterno adorador de palanques e forte concorrente aos concursos de karaokê no 1º Ano d.L. Tempo para pensar? Nem pensar.</p>
<p>Mais do ´´intensivão&#8220; politicamente correto? (adorei esta, na lata) Que na continuidade do ´´fome zero&#8220;, bem mais que minguado, certo cidadão, passando pelo centrão paulistano disse que pastel de vento não enche barriga. Nem de aluguél. Se tá faltando vice, eu também quero ser vice, oras. Quem sabe (sorry, todos sabem – como deviam obrigatoriamente saber) que numa disputa menos acirrada de partidos, podemos herdar o vice do vice num pacotão só. E não tem Forrobol brasilian best que resolva. Hexa, de hexagonal menos ainda. Talvez só pro Maradona que adora cheirar, ops, os ´´craques&#8220; e disputar uma ´´carreirinha&#8220; em meio de campo. Só que por aqui a coisa é assim, se não funcionar pelo bem, funciona pelo ronco e pelo berro.</p>
<p>Qual é o candidato certo? Envia um torpedo pro Juan Alba que ele te dá o preço certinho na roleta do ´´quanto vale um candidato&#8220; e que na falta de um importado ele pode te dar um Fuscão Zerinho em folha. De quebra você ganha a Copa e cozinha numa boa. Só não pode dar zebra! Já pensou, a briga pela audiência das emissoras durante o horário político obrigatório, o que não vai ser!? Haja cd´s piratas no CD Player! E se jacu é um pássaro, então, haja.</p>
<p>Não sou Albert Einstein, porém, tenho a fórmula certa. Alguém falou em teoria da relatividade e se ando boiando demais? Que assistir cinema mudo por enquanto não vale nem para quem quer apresentar um novo cenário (no rol das promessas 80% não cumpridas, 10% arquivadas e 10 em evidência, é claro) com a cara dos anos sessenta. Senta mas fica em pé, que, o rala bucho vai começar. E ai daquele que duvidar que ainda não engolimos todos os sapos! </p>
<p>Via de regra, o que seria o sonho do ´´nunca antes neste país&#8220; tão próximo do ´´tinha tudo para dar certo&#8220;, ao que tudo, idem, indica nada é (in)substituível. Ou o Joãozinho aí refém do aparelho televisivo arruma alguma outra terapia ocupacional, ou continua esperando sentado o que promete ser depois desse game over sucessor presidencial todo. Mas só não trema na base na hora do voto obrigatório: ´´Confirma&#8220;. Confirma, afinal, com tantas micro câmeras disfarçadas até de parafusos, que você pode estar sendo filmado. Vai vendo. Vai vendo mas também vai sentindo dentro do parágrafo único do ´´duros de assistir, duros de ouvir, de acompanhar e de engolir&#8220;. Santa malvadeza!</p>
<p>Agora, se a piada é sem graça eu não sei, ou porque ao invés de usarem o assento para melhor sentarem, ao invés de colocar em cima deles, fico mais é com aquela do Dom Quixote de la Mancha e dos bravos cavaleiros que partiram da cidade de Granada – para que? –, para nada. Algo mesmo que por esses arredores podemos comparar, isto, sim, metade loucos e sérios, metade bobeira e metade seriedade. Já em fazer-se de louco e santo, só para tirar o seu da reta, isto é uma outra estória. A propósito, Curralinho é lindo nessa época do ano. Em Ponta Grossa, nem se fala!</p>
<p>Em tempo! Vai que é tua Dunga! Nos vemos em 2014 (com mais um Hexa-que-é-sua, Micke Jagger na platéia, ´´Laranja Mecânica&#8220;, sem esquecer das nossas indiscutíveis estrelas). Qualquer dúvida faz um meia dúzia, assim, ó, me liga que eu não estou nada Zangado. E se servir de consolo – coisa que com los hermanos não foi muito diferente – só nos resta dançar um tango argentino!</p>
<p>Celso Fernandes, jornalista, poeta e escritor, autor de ´´As duas faces de Laura&#8220;, ´´O Sedutor&#8220;, Sonho de Poeta&#8220; (Ed. Edicon), entre outros. Colunista de Moda, Cultura &#038; TV, escreve semanalmente em jornais, revistas e sites relacionados às áreas.<br />
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<p>Celso Fernandes, jornalista, escritor.<br />
Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa.<br />
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