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	<title>mulherzinhanews.com &#187; pesquisa</title>
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	<description>Mulherzinha News</description>
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		<title>PESQUISA REVELA DADOS SOBRE PUBERDADE PRECOCE</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 03:01:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa sobre a incidência de puberdade precoce na população infantil foi realizada pela DASA no Paraná. O trabalho levantou os exames de prova funcional de 526 crianças, realizados pelo laboratório de janeiro de 2006 a março de 2010. A pesquisa foi desenvolvida pela endocrinopediatra Myrna Campagnoli, do setor de provas funcionais da DASA, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_957" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/05/Myrna-Campagnoli.jpg"><img class="size-medium wp-image-957" title="42-23887604" src="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/05/Myrna-Campagnoli-300x221.jpg" alt="" width="300" height="221" /></a><p class="wp-caption-text">Dra conversando com paciente</p></div>
<p>Uma pesquisa sobre a incidência de puberdade precoce na população infantil foi realizada pela DASA no Paraná. O trabalho levantou os exames de prova funcional de 526 crianças, realizados pelo laboratório de janeiro de 2006 a março de 2010. A pesquisa foi desenvolvida pela endocrinopediatra Myrna Campagnoli, do setor de provas funcionais da DASA, que representa em Mato Grosso as marcas Cedic/Cedilab, sob a coordenação do endocrinologista Mauro Scharf, diretor regional médico da DASA no Sul e responsável pelo setor de provas funcionais do laboratório.</p>
<p>Os pacientes foram divididos em três grupos: Amostra 1, meninas com idade menor ou igual a oito anos; Amostra 2, meninos com idade menor ou igual a nove anos; Amostra 3, meninas com idade superior a oito anos e inferior a 14 anos, e meninos com idade superior a nove anos e inferior a 14 anos. Das 526 provas realizadas, 64 foram referentes a exames em meninos e 462 em meninas.</p>
<p>O resultado é que 89,16% dos pesquisados apresentavam a antecipação da puberdade, verificada pela elevação dos hormônios da puberdade. Os casos totalmente normais foram de 57 (10,2% do total). Ou seja, do total de 526 exames, 469 estavam alterados. Destes, 218 (41,4%) tiveram valores diagnósticos para puberdade precoce e 251 (47,76%) apresentam elevação dos hormônios da puberdade, mas estavam abaixo do valor de corte para o diagnóstico de puberdade precoce. &#8220;No entanto, este segundo grupo está dentro de níveis compatíveis com a Telarca, que é uma antecipação da puberdade representada principalmente pelo início precoce das mamas, mas com menores repercussões clínicas&#8221;, explica Scharf.</p>
<p>Os resultados foram divididos da seguinte forma: na Amostra 1, das 192 meninas com idade menor ou igual a oito anos, 13 tiveram resultados normais e 179 tiveram provas alteradas; na Amostra 2, dos 16 meninos com idade menor ou igual a nove anos, oito tiveram resultados normais e oito alterados; na Amostra 3, das 318 crianças pesquisadas, 48 foram meninos com idade superior a nove anos e inferior a 14 anos e 270 foram meninas com idade superior a oito anos e inferior a 14 anos, tendo como resultado 36 provas normais e 282 alteradas.</p>
<p>Scharf ressalta que a pesquisa foi realizada em crianças que tiveram o exame de puberdade precoce solicitado por seus médicos e que, portanto, pode refletir valores percentuais acima do esperado na população.</p>
<p>O médico explica que a puberdade precoce é o início do desenvolvimento sexual secundário antes dos oito anos nas meninas e dos nove anos nos meninos. Para as meninas, os principais sinais são o aumento das mamas, pelos pubianos e axilares, odor axilar, crescimento acelerado, além de aumento da oleosidade da pele, espinhas e acne. Os meninos costumam ter aumento dos testículos, pelos pubianos e axilares, odor axilar, alteração do comportamento com tendência a agressividade, crescimento acelerado, espinhas, acne e alteração no timbre de voz. O diagnóstico é realizado por meio da história clínica, exame físico e exames complementares (hormonais e de imagem).</p>
<p>Segundo o especialista, uma das mais importantes novidades no setor é a análise de fatores endocrinológicos rompedores (do Inglês disrupt) para o diagnóstico desta doença. Sabe-se que as meninas com baixo peso ao nascimento, adotadas, obesas ou expostas a substâncias químicas que alteram os estrogênios apresentam um risco de dez a 20 vezes maior para desenvolver puberdade precoce.</p>
<p>Numa análise que use o modelo multifatorial, que inclui fatores genéticos, hormonais e influências do ambiente, os rompedores são considerados químicas naturais ou sintéticas do ambiente. Eles provocam distúrbios na função endocrinológica, resultando em um desenvolvimento hormonal alterado. Uma série de agentes foi classificada como rompedor endocrinológico, incluindo fitoestrogênios, estrogênios naturais e tópicos, pesticidas, phtalatos e até produtos químicos, como shampoos. O uso desses rompedores para análises também sugere que a idade para a puberdade precoce tenha diminuído.</p>
<p>As consequências da exposição a estrogênios ambientais rompedores ainda são desconhecidas. Isso porque vários componentes químicos são ambientalmente persistentes, tóxicos ou ativos no estrogênio, podendo induzir a desordens reprodutivas, como é o caso da puberdade precoce.</p>
<p><strong>Provas funcionais</strong></p>
<p>A DASA inaugurou no Paraná, em novembro passado, o mais moderno setor de provas funcionais do Brasil. A ala é especializada em realização de provas hormonais funcionais, detecção de doenças como diabetes mellitus e diabetes insípidus, intolerância à lactose, doença de Cushing, naninsmo hipofisário, puberdade precoce e outras doenças endocrinológicas raras. A unidade também está capacitada para realização de provas funcionais para rastreamento evolutivo do câncer de tireóide.</p>
<p>Segundo Mauro Scharf, um dos diferenciais do setor de provas funcionais é o acompanhamento de todos os exames pela equipe do Canal do Médico DASA. A unidade conta também com a expertise da endocrinopediatra Myrna Campagnoli no acompanhamento das provas dinâmicas. &#8220;Com doze cadeiras disponíveis para os exames de curvas glicêmicas e de lactose, e sete macas para realização das provas funcionais, o setor foi projetado para proporcionar aos médicos uma total visibilidade dos exames que estão sendo aplicados, visando maior conforto e segurança dos pacientes&#8221;, explica Scharf. Mais informações pelo telefone (41) 3340-8305.</p>
<p><strong>Sobre a DASA</strong></p>
<p>A DASA é a maior empresa de medicina diagnóstica e saúde preventiva da América Latina em termos de receita bruta e população e a quinta maior rede no mundo. Com mais de 11,5 mil colaboradores, atende aproximadamente 55 mil pacientes por dia em 321 unidades. Processa em média 10 milhões de exames por mês. Oferece mais de três mil tipos de exames de análises clínicas e diagnóstico por imagem. Atualmente, o grupo é formado por 18 marcas em 12 estados brasileiros e no Distrito Federal &#8211; Delboni Auriemo e Lavoisier (SP), Bronstein, Lâmina e MedImagem (RJ); Club DA (RJ e SP); Pasteur e Exame (DF), MedLabor (TO), Frischmann Aisengart e Álvaro (PR), CientíficaLab (ES, MG, RJ e SP), Image Memorial (BA), Lâmina (SC), Atalaia (GO), Cedic e Cedilab (MT) e LabPasteur e Unimagem (CE).</p>
<p>*Informações atualizadas em março de 2010.</p>
<p><strong>Sobre o Cedic e Cedilab Medicina Diagnóstica<br />
</strong><br />
O Cedic e Cedilab nasceram, respectivamente, há 14 e 9 anos no Mato Grosso e são considerados referências para o segmento de medicina diagnóstica. Juntos, somam mais de 200 colaboradores em nove unidades, que atuam na capital e na região metropolitana. São realizados mais de três mil tipos de exames de análises clínicas e diagnósticos por imagem que contemplam serviços e soluções diferenciados com qualidade, rapidez e alto padrão de atendimento, como a coleta domiciliar. Há dois anos, a marca é escolhida como o prestador de serviços em medicina diagnóstica mais lembrado pela população na região por meio do prêmio Top of Mind, realizado pela revista RDM, com os institutos Newcomdates Tecnologia da informação e Full Time Pesquisa de Mercado . O Cedic e Cedilab fazem parte da DASA, maior empresa de medicina diagnóstica na América Latina e quinta maior no mundo. Para mais informações: <a title="Cedic" href="http://www.cedic.com.br" target="_blank"><strong>www.cedic.com.br</strong></a> e www.cedilab.com.br .</p>
<p>Fonte: Studio Press</p>
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		<title>Novos efeitos da vitamina D</title>
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		<pubDate>Sat, 15 May 2010 15:54:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
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		<description><![CDATA[Estudo descobriu novos efeitos da vitamina D. Cientistas americanos acompanharam mais de 30 mil pessoas durante um ano. Aqueles que aumentaram o nível de vitamina D no organismo passaram a ter menos hipertensão arterial, insuficiência cardíaca e infartos. Pesquisas anteriores mostraram que a falta da supervitamina pode elevar o risco de câncer, diabetes, tuberculose e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_905" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/05/vitaminaD.gif"><img class="size-medium wp-image-905" title="vitaminaD" src="http://mulherzinhanews.com/wp-content/uploads/2010/05/vitaminaD-300x275.gif" alt="Vitamina D" width="300" height="275" /></a><p class="wp-caption-text">Vitamina D</p></div>
<p>Estudo descobriu novos efeitos da vitamina D. Cientistas americanos acompanharam mais de 30 mil pessoas durante um ano. Aqueles que aumentaram o nível de vitamina D no organismo passaram a ter menos hipertensão arterial, insuficiência cardíaca e infartos. Pesquisas anteriores mostraram que a falta da supervitamina pode elevar o risco de câncer, diabetes, tuberculose e esclerose múltipla. A vitamina D é encontrada em ovos, cereais, leite, peixes. Também é produzida pelo próprio organismo humano quando entra em contato com o sol. Mas ficar exposto aos raios solares para buscar a vitamina D é arriscado. Sem proteção adequada, podem surgir outros problemas, como câncer de pele. Nieca Goldberg, da Universidade de Nova York, recomenda aos pacientes com deficiência da vitamina o consumo de suplementos – encontrados nas farmácias ou nos alimentos, mas sempre com orientação médica. Vitamina D demais provoca náusea, vômito e confusão mental, por exemplo. O melhor é, de vez em quando, fazer exames para verificar o nível da vitamina D no sangue. Até porque a medicina ainda não tem certeza de todos os beneficios da vitamina D. &#8220;São estudos recentes, com resultados promissores, mas nós ainda não podemos dizer com certeza que é uma pílula mágica”, diz Goldberg.</p>
<p>Fonte: <a title="Odisseu" href="http://www.odisseu.com.br/" target="_blank"><strong>Odisseu.com.br</strong></a> (Coluna Qualidade de Vida)</p>
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		<title>PESQUISA: MULHERES VÍTIMAS DE AGRESSÃO SEXUAL TÊM ENTRE 10 E 19 ANOS</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 19:52:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
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		<category><![CDATA[violência sexual]]></category>

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		<description><![CDATA[QUASE 45% DAS MULHERES VÍTIMAS DE AGRESSÃO SEXUAL TÊM ENTRE 10 E 19 ANOS

Estudo alerta para os perigos da demora na busca por atendimento
médico, o que aumenta o risco de contaminação pelo HIV
Quanto tempo uma vítima de violência sexual leva para procurar atendimento em serviço de saúde especializado? Foi esse o questionamento que motivou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>QUASE 45% DAS MULHERES VÍTIMAS DE AGRESSÃO SEXUAL TÊM ENTRE 10 E 19 ANOS<br />
</strong><br />
Estudo alerta para os perigos da demora na busca por atendimento<br />
médico, o que aumenta o risco de contaminação pelo HIV</p>
<p>Quanto tempo uma vítima de violência sexual leva para procurar atendimento em serviço de saúde especializado? Foi esse o questionamento que motivou a professora de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina do ABC (SP), Dra. Maria Auxiliadora Vertamatti, a desenvolver estudo retrospectivo com 439 casos de mulheres atendidas pelo Programa de Atenção à Violência e Abuso Sexual de São Bernardo do Campo (PAVAS-SBC) entre 2000 a 2007. O resultado do levantamento detalhado foi retratado em forma de dissertação de mestrado, que acaba de ser aprovada em defesa na própria FMABC. Intitulado &#8220;Fatores associados ao tempo de chegada de mulheres ao serviço de saúde após violência sexual&#8221;, o trabalho procura descrever características sócio-demográficas e clínicas das vítimas de violência sexual e a associação com o tempo decorrido entre a agressão e a chegada ao serviço de saúde.</p>
<p>Do universo de 439 mulheres estudadas, 44,4% estavam na faixa entre 10 e 19 anos, enquanto 47,3% tinham entre 20 e 39 anos. Em relação ao tempo, 374 (85,19%) vítimas chegaram em até 72 horas ao hospital e 65 (14,81%) após esse período. &#8220;A infecção pelo HIV é a grande preocupação para mulheres agredidas sexualmente. Trabalhos indicam risco de infecção entre 0,8 e 2,7% nesses casos, com variações segundo condições como tipo de exposição sexual (anal, vaginal ou oral), número de agressores, suscetibilidade da mulher, traumatismos ou lesões genitais associados, carga viral do agressor e, principalmente, o tempo decorrido entre o contato com indivíduo infectado e o início das medicações profiláticas&#8221;, explica a autora do estudo, que detalha: &#8220;Há consenso na literatura de que a profilaxia anti-HIV deve ser iniciada o mais precocemente possível. O vírus chega à circulação sanguínea após cerca de 48 horas do contato sexual. Consideramos 72 horas como limite aceitável, dentro do qual as drogas antirretrovirais ainda podem exercer efeito protetor&#8221;.</p>
<p>Segundo Dra. Maria Auxiliadora Vertamatti, o desconhecimento desses detalhes técnicos pode ter contribuído para que quase 15% das mulheres pesquisadas chegassem após 72 horas, impossibilitando cuidados mais apropriados. De acordo com o trabalho, o crime mais frequente foi o coito vaginal (43,9%), enquanto a penetração oral foi exclusiva em 8,9% e a anal em 3,6%. A associação de dois ou mais crimes ocorreu em 31,4% dos casos. Em 11,9% das mulheres, mais de um agressor esteve envolvido na agressão.</p>
<p>Pudores e tabus ainda atrapalham: Entre os resultados obtidos, a violência por agressor conhecido está entre os que mais chamam a atenção. Cerca de 15% das vítimas sofreram traumas genitais, enquanto 18,6% apresentaram trauma extragenital. O agressor era conhecido em 18,4% dos casos e 62,4% compareceram à delegacia para registrar queixa policial. &#8220;O fato de o agressor ser conhecido atrasa a busca pelo serviço de saúde. Além do constrangimento e humilhação experimentados pela vítima, o medo de retaliação do agressor &#8211; que poderia reencontrá-la facilmente &#8211; pesa mais que o medo de gravidez e infecções&#8221;, alerta a professora da FMABC.</p>
<p>Por outro lado, a análise estatística do estudo indicou a presença de trauma não genital e a denúncia policial como fatores de proteção, fazendo com que a paciente chegasse em tempo hábil para as profilaxias. A suposição natural é de que profissionais das delegacias e pronto-socorros tenham encaminhado os casos pós-agressão sexual com maior brevidade ao serviço de referência. &#8220;Ficamos espantados ao constatar que traumatismos genitais não tenham servido igualmente como fator de proteção. Pudores e tabus sociais tornam mais difícil à vítima exibir injúrias em sua intimidade, como lacerações e sangramentos vulvares ou vaginais&#8221;, lamenta a pesquisadora.</p>
<p>Políticas públicas para capacitação, divulgação e integração entre os setores envolvidos na abordagem da violência sexual podem reduzir as complicações decorrentes da agressão. O combate ao problema da violência sexual, seja contra a mulher ou a criança, requer ações integradas das áreas de educação, justiça, ação social e sociedade civil, além da saúde, a quem compete o atendimento de urgência com intuito de proteger a vítima de riscos de gravidez, doenças de transmissão sexual e danos psicológicos.</p>
<p>Fonte: MP &amp; Rossi Comunicações</p>
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		<title>Cerveja previne osteoporose nas mulheres</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 22:47:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cerveja previne osteoporose nas mulheres, dizem espanhóis
Aos poucos alguns alimentos e bebidas começam a ser regenerados pela ciência. Depois que cientistas alemães descobriram que cerveja não causa a famosa barriga, agora os espanhóis nos brindam, trocadilhos à parte, com o fato de que o consumo de cerveja fortelece a estrutura óssea feminina. De acordo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cerveja previne osteoporose nas mulheres, dizem espanhóis</strong></p>
<p>Aos poucos alguns alimentos e bebidas começam a ser regenerados pela ciência. Depois que cientistas alemães descobriram que cerveja não causa a famosa barriga, agora os espanhóis nos brindam, trocadilhos à parte, com o fato de que o consumo de cerveja fortelece a estrutura óssea feminina. De acordo com o periódico especializado Nutrition, o alto nível de silício na cerveja previne o afinamento da estrutura óssea que leva a fraturas e ainda aumenta a formação de ossos novos. Além disso, a &#8220;loira&#8221; é rica em fitoestrogênios, aqueles vindo de plantas, que auxiliam em manter os ossos fortes. Leia mais no <a title="Terra" href="http://vidaeestilo.terra.com.br/homem/interna/0,,OI4057281-EI14239,00-Cerveja+previne+osteoporose+nas+mulheres+dizem+espanhois.html" target="_blank"><strong>Terra Vida e Estilo</strong></a></p>
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